
A finalidade deste Site é divulgar um conhecimento importante para o desenvolvimento pessoal.
A radiestesia se fundamenta na percepção e sensibilidade às radiações.
Aprender radiestesia é aprender a lidar com nós mesmos.
Somos seres que percebem as anomalias vindas do meio exterior, tanto as benéficas como as maléficas.
Nesse sentido estudar radiestesia é estudar os seres vivos, principalmente nós mesmos.
Mas para estudarmos a nossa complexidade como seres humanos precisamos utilizar métodos adequados para captarmos nossas reações, bem como dos animais e de todos os seres vivos.
Os métodos são experimentais, baseados em comparações. Nesse sentido precisamos utilizar um método científico baseado em observações e testes comparativos.
Por exemplo: Podemos acompanhar as alterações em uma maçã, com o passar do tempo.
Para medir a maçã sadia, podemos utilizar a radiestesia e a régua de Bovis. Inicialmente a maçã tem uma medida de comprimento de onda da ordem de 7.000 unidades Bovis.
Após 5 dias, por exemplo, realizamos nova medida com a régua de Bovis: indica 6.500 unid. Bovis.
Isto significa que está acelerando o processo de alteração da maçã. Ela está tendendo à desagregação, pois à medida que diminue o comprimento de onda, emitido pela maçã, aumenta a freqüência (o comprimento de onda diminue com o aumento da freqüência, são inversamente proporcionais).
Mais cinco dias, novas medidas: 5.000 unid. Bovis.
A aceleração de desagregação da maçã está aumentando mais rápido. Nessa fase a maçã começa a mostrar manchas escuras, indicando apodrecimento de partes.
Mais cinco dias, a medida encontra-se em 2.000 unid. Bovis. Houve uma enorme aceleração de desagregação da maçã. Agora a maçã está mole, com a maioria das partes apresentando manchas pretas, encontra-se quase que completamente apodrecida.
Entenderam? Esse é o sistema de aprendizado.
Utiliza-se a radiestesia como instrumento de medição, ou seja, o nosso organismo biológico é capaz de captar a evolução de desagregação da maçã, que é outro organismo vivo, vegetal, à semelhança de nós, como seres vivos.
Observa-se que o “objeto” observado, no caso a maçã, sofreu uma evolução em seu processo de apodrecimento, desde o estado sadio até o final.
Aprendemos com a própria observação. Esse é um dos métodos científicos, utilizados pelas ciências naturalistas.
É importante fazer as anotações para comparar, posteriormente, com o estudo de outras frutas ou vegetais.
Aos poucos vamos complicando as observações, não só de um aspecto, mas de vários, simultaneamente.
Quando vamos estudar um ser humano, por exemplo, podemos não só estudar a emissão de energia do corpo como um todo, como partes separadamente, como avaliar as energias emitidas pelo fígado, rins, etc...
Para isso é necessário utilizar pranchas desses órgãos, um testemunho da pessoa (como um cabelo, por exemplo). E utilizar vários gráficos de medição.
Nesse sentido você está utilizando uma somatória de observações para se dar um diagnóstico adequado do estado de saúde da pessoa.
Não é assim que trabalha a medicina. É comum, nós todos, passarmos por vários exames clínicos, para se ter uma idéia mais detalhada do nosso complexo organismo.
A radiestesia é um instrumento auxiliar nessas observações. A utilizamos na fase microvibratória, ainda não observada nos exames químicos.
Esse é o trabalho do geobiólogo, que observa as anomalias microvibratórias emitidas pelos locais, antes das pessoas ficarem doentes.
Essa vibrações emitidas pelos locais são de muito pouca quantidade, débeis, não captáveis pelos instrumentos de medição criados pelos homens.
Nesse sentido, a radiestesia é um instrumento biológico captando anomalias que afetam seres biológicos.
Nós mesmos, como instrumentos de medições, avaliamos os efeitos que afetam os seres vivos, à semelhança, como nós.
É uma medição relativa e os instrumentos de medição utilizados pela ciência são absolutos.
Dão um valor, indicado por um mostrador. Comparativamente, chegam a um resultado, que determinada medida significa um determinado problema.
Por isso é necessário fazer muitas medições para diminuir as influências de fatores externos ao problema.
Como por exemplo: utilizo um magnetômetro, para ver o campo magnético de uma casa. No entanto, como é um instrumento que mede o absoluto, ou seja, o que tiver emitindo. Se houver uma instalação elétrica anômala, o magnetômetro pode indicar um valor.
O pesquisador, então diz: que o local tem uma anomalia muito alta, magnética, e que pode (“pode”) afetar as pessoas.
Mas, também pode ter um cano enferrujado no chão, que está fazendo o aparelho indicar um valor mais alto do que o previsto.
Como o pesquisador não está vendo o cano enferrujado, enterrado na terra, não consegue dar o diagnóstico correto, pois o magnetômetro não seleciona o que observa, pois é uma máquina que mede o absoluto. E se tiver várias influências secundárias, ele vai captar todas.
Enquanto que nós, seres bioreceptores, pois reagimos com o meio, captamos exatamente aquilo que pode estar afetando os seres humanos, em questão.
Enquanto que o magnetômetro pode estar captando um valor alto de emissão magnética, no entanto, ele não indica se aquele valor alto pode afetar uma pessoa ou não.
O magnetômetro não analisa as conseqüências, ele dá um valor e pronto.
Daí a ciência utilizar a estatística: mundialmente falando, esse valor emitido pelo magnetômetro, em várias estatísticas realizadas na Europa, durante dez anos, mostrou que algumas pessoas foram afetadas pelas anomalias magnéticas, mas alegam que nada indica que de fato foram essas anomalias que adoeceram as pessoas. Nada prova com certeza. Viu!
Porquê a ciência age assim?
É necessário uma pesquisa constante, durante um tempo determinado, com controles rigorosos de observação. Pessoas diferentes, comem comidas diferentes, algumas fumam, outras bebem, umas praticam esportes, outras não, são sedentárias. Cada uma vai se comportar de forma diferente, perante o mesmo problema. Por isso é difícil concluir que de fato foi a anomalia estudada que afetou as pessoas.
Já que não tem um aparelho que indica diretamente nas pessoas que foi a alta tensão que a afetou, não podem concluir com toda a certeza. A análise é indireta, aparelhos absolutos não dão diagnósticos diretamente sobre as pessoas, aparelhos biológicos.
Por exemplo: a alta tensão pode causar câncer em crianças, que moram num raio de 200 metros próximas à alta tensão. Em estudo de dez anos, mostraram evidências de que a alta tensão causou leucemia em crianças.
Mas no final concluem: nada prova, com certeza, que de fato foi a alta tensão que causaram os problemas nas crianças.
Por isso, um aparelho biológico, que somos nós mesmos, através da radiestesia, vai analisar os efeitos que afetam as pessoas, que são biológicas. Viu!
Vide o artigo que escrevi em MATÉRIAS: “A radiestesia como uma ciência aplicada à geobiologia”.
Aprender radiestesia é aprender a perceber as nossas próprias reações ao meio ambiente. Abraços, Marcos.