
BATE-PAPO – PERGUNTAS E RESPOSTAS
18/03/2009 23h54min - Por: Marcos Alves de Almeida
Pergunta sobre a utilização do pêndulo
PERGUNTAS SÔBRE O FUNCIONAMENTO DO PÊNDULO ENVIADAS PARA A ABRAD E RESPONDIDAS POR MIM. PODE SER ÚTIL PARA OUTRAS PESSOAS QUE TÊM DÚVIDAS SEMELHANTES. SÃO MUITAS RESPOSTAS QUE PODEM SER RESPONDIDAS À MESMA QUESTÃO. OPTEI POR ESSA PELA MINHA EXPERIÊNCIA E VISÃO PRÓPRIA
De: "Abrad Contatos" paulo@abrad.com.br Queria saber se o pêndulo pode ser usado para responder a qualquer pergunta? |
21/03/2009 12h46min - Por: Marcos Alves de Almeida RESPONDENDO SOBRE IMPREGNAÇÃO DE ENERGIAS EM PÊNDULOS DE CRISTAL RESPONDI A QUESTÃO DA SEGUINTE MANEIRA: PERGUNTA ENVIADA À ABRAD O ideal é utilizar o pêndulo de madeira (veja os modelos no www.institutomahat.com.br) e se você quiser saber mais informações sobre o mundo microvibratório entre no meu site: www.geomarcosmeioambiente.com.br. Lá você encontrará links de várias modalidades no estudo de ondas microvibratórias. |
18/03/2009 23h26min - Por: Marcos Alves de Almeida Oi, José! I. 1 - Nível 1 de energia - 1ª. oitava: www.radiestesiaonline; I.1.2 - Subnível 1 de energia - 2ª. oitava: Matérias (um nível de energia interno); I.1.2.3 - Subníveis 2 de energia - 3ª. oitava) - subníveis internos à Matéria: 1a) Geobiologia, 2b) Radiestesia, 3c) Bioconstrução, etc.; I.1.2.3.4 - Subnível 3 de energia - 4ª. oitava - 1a) Geobiologia; I.1.2.3.4.5 – Subnível 4 de energia – 5ª. oitava – subníveis internos à 1a) Geobiologia: 1) Radiações ionizantes, 2) Radiações não-ionizantes, etc.; I.1.2.3.4.5 - Subnível 5 de energia – 6ª. oitava – 1) Radiações ionizantes. Assim por diante. Todos nós sabemos dessa sequência de eventos sobrepostos uns aos outros. Utilizamos essa visão diariamente, no entanto, não nos damos conta, não sistematizamos as observações metodologicamente, com consciência. Agimos mecanicamente executando complexas ações e se nos perguntam não sabemos responder que de fato as estamos realizando sem perceber. Entendeu? Quando você coloca um gráfico para atuar num determinado objetivo ele cumpre a sua ação na 1ª. Oitava. Ai você pendula, depois de certo tempo pré-estabelecido radiestésicamente. Pendula novamente: é necessário novo gráfico com cristais (2ª. oitava), por exemplo, turmalina (também pendulado entre vários cristais de todo tipo). Então esse novo gráfico com o cristal estará cumprindo uma 2ª. Oitava de energia (limpando uma filigrana mais sutil, interno ao problema maior). O mesmo que você aparar o mato grande e depois você vai aparar o mato pequeno com outro instrumento mais apropriado. E em seguida o capinzinho pequeno que sobrou. Cada uma dessas etapas necessita instrumentos adequados. Você não vai usar a serra elétrica de cortar árvores para o capinzinho que sobrou. Você vai usar uma tesoura adequada. |
20/03/2009 21h18min - Por: Marcos Alves de Almeida
TRABALHO DE GEOBIOLOGIA À DISTÂNCIA EM APARTAMENTOS
Oi, Agnaldo!
Apartamento: AGNALDO IVETE
ZONA TECTÔNICA 72.900 mV/m (-) 72.900 mV/m (-) ÁGUA SUBTERRÂNEA 138.000 mV/m (+) 138.000 mV/m (+) MICROONDAS UHF (1,0 mW/cm2) UHF (1,0 mW/cm2) RAD. IONIZANTE (Polônio) 13.500 Bq/m3 54.000 Bq/m3 RAD. IONIZANTE (Radônio) 2.700 microR/h 5.400 microR/h CAMPO ELÉTRICO INDUZ. 4250 KVA 4400 KVA CAMPO MAGN. INDUZ. 4300 nT 4450 nT
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A UTILIZAÇÃO DA RÉGUA BOVIS Autor: Marcos Alves de Almeida Essa régua, inicialmente utilizada por A. Bovis tinha o comprimento de 30 cm. Bovis verificou, após anos medindo pessoas, alimentos e locais, que as medidas acima de 19,5 cm representavam a saúde nos seres humanos e abaixo dessa medida a indicação de doença. Verificou que até a medida de 16,5 cm, o pulmão da pessoa era atingido, nesse caso sugeria a tuberculose, como consequência. Com a medida de 14,5 cm, como limite da vida, ou seja, a pessoa poderia adquirir câncer ou outras doenças irreversíveis. Abaixo dessa medida não existiriam seres humanos e mamíferos em geral. Posteriormente, essa régua, dividida em centímetros, foi transformada em comprimentos de ondas ou unidades Bovis pelo engenheiro eletrônico Simoneton, que utilizou como unidade de medida: comprimentos de ondas, em Angström (Ä). Medida de comprimento de ondas, que equivale 1Ä = 10-10 m ou 10-8 cm ou 10-7 mm (a décima milionésima parte do milímetro). Com essa transformação a régua de Bovis passou a ser um instrumento de medição radiestésica universal dos seres vivos. Veja: a cada três centímetros da régua equivale a 1.000Ä, em trinta centímetros, equivalência em 10.000Ä. O SIGNIFICADO DA RÉGUA DE BOVIS ORIGINAL EM CENTÍMETROS. Bovis utilizou uma simples régua graduada de 30 cm durante muitos anos, medindo pessoas. Verificou que a partir de 19,5 cm para 30 cm, as pessoas, alimentos, animais, vegetais encontravam-se com saúde. E quando media os seres vivos abaixo de 19,5 cm, até 14,5 cm, indicava estado doente. Se uma pessoa, sem conhecimentos das experiências de Bovis, aplicar com uma régua de 30 cm, pode ter resultados diferentes, mas com muita proximidade dos valores encontrados por Bovis, pois cada pessoa tem seus parâmetros perceptíveis em diferentes graus. Como começar a fazer esse tipo de experiência? Coloque, por exemplo, uma maçã fresquinha na régua e meça. Vai dar um valor em centímetros. Alguns dias depois, uma semana, meça novamente, o valor vai mudar, anote. Mais uma semana e meça. Cada dia os valores na régua vão mudando, tendendo para um limite mínimo. Agora faça a mesma experiência com o Biômetro de Bovis: coloque a maçã na régua e meça, nas mesmas condições anteriores. Agora com conhecimentos das experiências de Bovis. A maçã sã encontra-se na medida de 7.000Ä ou 21 cm. Uma semana depois, verá que a maçã encontra-se com a medida, por exemplo, de 6.000Ä ou 18 cm; após mais uma semana, nova medida indica 5.500Ä ou 16,5 cm e mais uma semana, com a maçã cheia de manchas escuras e amolecida, soltando a casca, chega aos 5.000Ä ou 15 cm. Após essa situação praticamente não se têm outras medidas, pois a maçã já está ficando seca, sem nutrientes, morta. Viram! O que aconteceu? Quando a maçã está sã os valores estão altos: 21 ou 22 cm e à medida que a maçã vai ficando passada, os valores na régua vão diminuindo. O que significa isso? Podemos dizer que o nosso organismo está seguindo uma ordem bem clara de ação, representada pela diminuição dos centímetros na régua. É claro, para captar essa variação do nosso organismo em relação à alteração da maçã precisamos utilizar um pêndulo, aplicar a radiestesia. Veja bem: a maça nova emite uma vibração de saúde e a régua de medição de 30 cm é o instrumento de verificação das vibrações emitidas por essa maçã. O nosso organismo capta a emissão e indica na régua um valor correspondente. Esse valor encontrado na régua pela emissão vibracional da maçã corresponde, em certo sentido, a um valor polarizado correspondente a uma vibração harmônica, equivalente ao nosso organismo (os 21 cm). Com o passar do tempo a maçã muda a vibração emitida e o valor obtido na régua corresponde a essa vibração que é captada pelo nosso organismo, que agora percebe essa mudança vibracional indicando um valor na régua diferente do anterior, mas indo para valores menores (para 18 cm, por ex.). Nova medida da maçã e um novo número são captados, por nós, na régua. Então: a régua é um polarizador de energias emitidas, no caso, pela maçã. Polarizar significa selecionar uma emissão vibracional, por exemplo: se fizermos um corte com uma tesoura em um papel preto e olharmos através desse corte o sol veremos uma emissão polarizada do sol e não uma emissão difusa, quando olhamos o sol sem o papel cortado. Entenderam! Cuidado ao fazer essa experiência, pois a luz polarizada do sol é muito forte. Veja o mesmo caso com uma lupa de aumento. Tente polarizar o sol com ela e veja! A régua é uma forma de identificar as várias emissões vibracionais emitidas em cada fase da alteração da maçã. Passa a ser um polarizador que qualifica as vibrações em cada estado de alteração da maçã. O nosso organismo, como um biômetro humano, entra em ressonância com a vibração da maçã e através da régua seleciona as medidas. Não somos máquinas mecânicas absolutas com um mostrador indicando números, somos máquinas complexas, biológicas, mas que refletem as variações microvibratórias que o nosso organismo absorve e indica, também, valores, no caso em uma régua de 30 cm. Se essas medições forem sistematizadas e anotadas, durante um longo período, podemos, sim, estar fazendo ciência. Para a ciência oficial essas medidas empíricas não são consideradas como pesquisa em ciência e os valores encontrados não passam de meras coincidências, sem grandes conseqüências de interesse científico, pois são desprovidas de comprovação de que esses valores são captados pelo nosso organismo de uma forma organizada e sistemática. Alegam, ainda, que não se tem provas que de fato o organismo está captando vibrações da maçã ao entrar em ressonância vibracional um com o outro (nós e a maçã) e que a régua de Bovis ou a de 30 cm, intermedeia essa ação como um selecionador ou polarizador de vibrações que variam com o passar do tempo. Alegam também: quem disse que uma maçã colhida de uma plantação é igual à outra maçã colhida de outra árvore? E se um plantador utilizou agrotóxico e o outro não! Um colocou nutriente e o outro não! Ufa! Entendam: a ciência não aceita uma experiência que não tenha como resultado a ligação da medição com o objeto medido. Acontece a mesma coisa com a Alta Tensão: mesmo tendo sido realizadas experiências que indicavam que crianças morando até 200 metros da Rede, em experiências por dez anos, foram acometidas de leucemia mieloide, os pesquisadores dizem: nada comprova que de fato foi a Alta Tensão que gerou a leucemia nas crianças. Bem! Podemos fazer todas essas considerações e avaliar do mesmo modo que utilizar instrumentos criados pelo homem. No entanto nós somos o próprio instrumento de avaliação biológica que mede outro ser biológico, à semelhança! Ufa!!! Tempos depois o engenheiro Simoneton ao fazer a mesma observação tentou associar as medições constantes obtidas por Bovis, como se fossem ondas eletromagnéticas. Utilizou, então, medidas de comprimentos de ondas, já que a régua é uma medição de comprimentos em centímetros. Pensou que essas vibrações na verdade são microvibrações, que ocorrem em nível celular, molecular e atômico em nossos organismos e nos seres vivos na totalidade. Então resolveu utilizar uma medição em Angströms que equivale: 1 Ä a 10-10 m ou 10-8 cm. Pronto! Transformou a régua de 30 cm de Bovis em um instrumento de medição de comprimentos de ondas. Entenderam! E agora, a explicação da diminuição dos valores em centímetros, obtidos na régua, indicariam que os comprimentos de ondas estão diminuindo e logo as frequências correspondentes estão aumentando. Ou seja, com o apodrecimento da maçã está aumentando a desagregação, a entropia positiva, logo está aumentando a velocidade de vibração com a alteração sistemática da maçã. Então se explica o porquê que na régua de Bovis os valores estavam diminuindo. Isso estava significando que o nosso organismo estava captando velocidades maiores, através de vibrações maiores emitidos pelo aumento da frequência, como consequência da diminuição dos centímetros na régua de Bovis. Repetindo: quando os valores na régua diminuem aumenta a velocidade vibracional, pois são a mesma coisa, um é a onda (comprimento de onda) e o outro (a frequência) que mostra quantas vezes que a onda se movimenta, ou seja o comprimento da onda é o inverso da frequência. Ok!? Fantástico! O nosso organismo demonstra ser um instrumento de medição de campos eletromagnéticos e suas variações. Vocês perceberam a importância crucial da interpretação de Simoneton sobre as observações empíricas de Bovis. Agora sim, podemos avançar na interpretação da realidade e avançar no entendimento da importância da radiestesia como instrumento de medição, no caso, aplicada à biologia: a desintegração da maçã, desde o seu estado de saúde até o seu total apodrecimento! Façam essa experiência, com várias frutas. Anotem em uma caderneta de campo as suas medidas. Primeiro com a régua, de forma livre e depois com a régua de Bovis. Compare os resultados. Pratique, mesmo que você tenha vinte anos de radiestesia, pois são as formas de quebrar valores pré-estabelecidos. As pessoas dizem: Como!? Eu tenho vinte anos de radiestesia e você quer que eu faça essas experiências óbvias, infantis! Já sei tudo sobre a régua Bovis! #$%@&* etc... Bem, vocês vão ver que nós não vamos trabalhar só com a régua de Bovis, vamos utilizar gráficos cada vez mais sofisticados, assim poderemos dar diagnósticos das anomalias captadas dos locais e dos seres vivos. Brevemente iremos mostrando esses gráficos que se somam para diminuir as possibilidades de erros. Veja a régua de medição abaixo. Vamos analisá-la e como utilizá-la como instrumento de medição radiestésica.
Régua Bovis e interpretação por M. A. Almeida (Mahat) Figura 1 – A régua de Bovis. Veja: que à medida que o comprimento de onda vai diminuindo vai aumentando a potência das anomalias microvibratórias. Quando você chega na faixa de 1.000Ä começa a ficar perigoso, as emissões radioativas eletromagnéticas. A primeira linha de 10.000Ä, dividida de 1.000Ä em 1.000Ä. Na segunda linha: 1.000Ä, dividida em 100Ä em 100Ä. Na terceira linha: 100Ä, dividida em 10Ä em 10Ä. Na quarta linha: 10Ä, dividida em 1Ä em 1Ä. E a quinta linha em centímetros.
Como utilizá-la: se a medida verificada for menor que 1.000Ä utilize a segunda linha. Se a medida verificada na segunda linha for menor que 100Ä, utilize a terceira linha. Por exemplo: se o local contiver gás radônio, a velocidade da radiação é imensa, chegando a ter 60Ä ou menos, ou seja, a velocidade é de bilhões e bilhões de ciclos por segundo de frequência. Nesse caso utilize a terceira coluna. Se for menor ainda, vá para a quarta coluna. Entenderam? Para isso é necessário conhecer as microvibrações de cada tipo de vibração. É necessário ir aos locais que tem essas vibrações e criar gráficos auxiliares. Estamos começando a complicar!
Marcos Alves de Almeida Figura 2 – Vocês verificaram que na régua Bovis, a cada três centímetros foi indicada uma correspondência de 1.000Ä, representando comprimentos de ondas. No entanto, toda essa régua, de trinta centímetros, ou de cada três centímetros 1.000Ä, num total de 10.000Ä de comprimento de ondas, corresponde a um ponto minúsculo na realidade, ou seja, a décima milionésima parte de um milímetro. Dá para entender? Quando a utilizamos estamos captando ondas microvibratórias invisíveis. Ok???!!! Marcos Alves de Almeida |