topo_site_geomarcos

Bate papo 2

BATE-PAPO – PERGUNTAS E RESPOSTAS

 

18/03/2009 23h54min - Por: Marcos Alves de Almeida

Pergunta sobre a utilização do pêndulo

PERGUNTAS SÔBRE O FUNCIONAMENTO DO PÊNDULO ENVIADAS PARA A ABRAD E RESPONDIDAS POR MIM. PODE SER ÚTIL PARA OUTRAS PESSOAS QUE TÊM DÚVIDAS SEMELHANTES. SÃO MUITAS RESPOSTAS QUE PODEM SER RESPONDIDAS À MESMA QUESTÃO. OPTEI POR ESSA PELA MINHA EXPERIÊNCIA E VISÃO PRÓPRIA


De: "Abrad Contatos" paulo@abrad.com.br
Para: " Marcos Alves de Almeida" geomarcos@terra.com.br
Ref.: Pergunta sobre a utilização do pêndulo.

Queria saber se o pêndulo pode ser usado para responder a qualquer pergunta?
Tenho feito isso e ele está me informando até o dia e o mês em que irá acontecer algo. Como estou começando agora, ainda nada foi confirmado, apesar da aparente precisão que ele tem demonstrado. Isso é possível? Tenho lido alguns sites sobre radiestesia, mas eles falam do uso na natureza, ambientes, localizar objetos ou pessoas desaparecidas, locais de trabalho,etc., mas não dessa forma.
Obrigada. Sueli.


RESPOSTA À PERGUNTA DA SUELI.
Oi, Sueli!
A radiestesia é o meio de se acessar informações não perceptíveis pelos cinco sentidos. No entanto, o "pêndulo" em si é um pedaço de madeira trabalhado e um fio.

Na verdade o pêndulo tem a função de aumentar a sua percepção às vibrações microvibratórias, nesse sentido a radiestesia não funciona por si só, por um simples aspecto: você pensa, mas não percebe e a percepção percebe, mas não pensa.

A radiestesia tem a função de amplificar, qualificar e quantificar aquilo que você está buscando.

Fazer perguntas ao "pêndulo" não passa de um absurdo, por exemplo: A Terra vai explodir e desaparecer? Sim, responde o "pendulo"! Ai você fica desesperada, pois o "pêndulo não mente" como dizem alguns. De fato a Terra vai explodir mesmo, pois o Sol vai crescer e explodir levando tudo que está em volta. Isso é constatado pela ciência.

Mas, por isso você tem que seguir com outras questões, pois o mundo espacial é complexo e não pode ser respondido com questões tão simples.

Por isso você deve fazer a segunda pergunta: Quando? Daqui a uns quatro bilhões de anos! Entendeu? Perguntas sim e não, simplificadas, sem ter conhecimento do que se está perguntando não funciona.

É claro que para perguntas simples, tipo: devo por mais sal nesta comida? Se responder sim, ótimo e se responder não, ótimo também. Não tem importância nenhuma, no máximo a comida vai ficar mais salgada.

Mas se você vai marcar um poço d´água, através de sondagem rotativa, à grande profundidade, cerca de 400 m, você não pode perguntar para o "pêndulo" aqui vai ter água? Loucura, pode-se dizer que tem água, mas essa água pode ser de subsuperfície, do lençol freático, etc... Imagine: um poço pode custar R$100.000,00 e não se pode usar um único parâmetro para se deduzir a presença de água. São muitos parâmetros (Leia o livro do Antonio Rodrigues: "Radiestesia Clássica e Cabalística", aonde eu participo escrevendo sobre água subterrânea e geobiologia. Nesse livro você vai encontrar tudo sobre a radiestesia atual.

Você verá que a radiestesia é uma ciência complexa, porque exige conhecimento do objeto que se está estudando.

A radiestesia é só o meio, o instrumento de medição das ondas microvibratórias que compõem o nosso mundo. Não adianta você ter um instrumento, como um microscópio eletrônico, se você não sabe como utilizá-lo e no quê posso utilizá-lo; ele é um simples instrumento de medição.

A radiestesia é um instrumento biológico, pois somos nós que captamos as microvibrações e o "pêndulo" somente se manifesta ao se fazer as perguntas adequadas para se obter respostas concretas e não é uma ciência exata. Como toda ciência, nada é absolutamente certo e preciso, pois o mundo microvibratório, que compõem o mundo macro é um enigma permanente. Por mais que se estude percebe-se que nada sabemos. Mas com os estudos sistemáticos sobre um determinado assunto, consigo certa exatidão.

Tem gente que pensa que pode usar a radiestesia para ganhar na loteria. Ele não entende que a loteria é probabilística e aleatória. Todas às vezes que você pendular um número, com certeza, tem a possibilidade de ser um número acertável, como todos os outros cinco números do total de seis, por ex. na Mega Sena. Só que toda vez que você pendular vão aparecer novos números, também são os possíveis de serem os que irão acertar a sena. Se pedular milhares de vezes, todas as séries de seis números serão possíveis. No mundo quântico não há certeza, haja vista o Princípio de Incerteza da Mecânica Quântica. Enquanto que você utilizar a razão mecanicista, não se tem a possibilidade de se acertar qualquer número. Aí, sim! Você precisa da sorte, pois o jogo é aleatório.

Portanto, radiestesia é treino, de no mínimo três a quatro horas por dia, 365 dias por ano e tem que aplicá-la em algo conhecido, para diminuir a incerteza e aumentar a certeza, mas nada é exato. Para depois, com o conhecimento adquirido, aplicá-la no desconhecido, à semelhança.

A pessoa pendula em uma casa e espera que o pêndulo conte a história do local? Ele está girando no sentido anti-horário! Aqui tem um problema de anomalia nociva!

Balela! Pêndulos não pensam. Pode ser apenas um cano enferrujado e a pessoa julga, pela escassez de dados, que tem algo de anormal do local, e das possíveis anomalias reais que tem esse local. Julgar que tem um grande problema no local e na verdade não tem nada. Não se pode pensar e julgar e sim perceber o que o local está contando. Para isso tem-se que conhecer cada anomalia microvibratória que pode atuar no local, como por exemplo: água subterrânea em movimento; zona tectônica (quebra das rochas); microondas (ERBs – Estações Rádio Bases); alta tensão (torres de alta tensão nas proximidades de moradias); radiação ionizante (polônio e gás radônio). Para captá-las é necessário conhecê-las em local onde atuam e construir os gráficos que correspondam a essas anomalias e assim, ao adquirir a percepção dessas microvibrações, ir, agora, a locais desconhecidos e, à semelhança, confirmar a presença ou a ausência dessas anomalias.

Não se assuste. Estude. Abraços Marcos

Leia “O grande livro da casa saudável” de Mariano Bueno – Editora Roca e “Radiestesia clássica e cabalística” de António Rodrigues – 2ª. Edição – Editora Fábrica das Letras. Neles você encontrará toda a bibiliografia essencial.

Abraços Marcos.
geomarcos@terra.com.br / www.geomarcosmeioambiente.com.br
(11)9762-9991


 

21/03/2009 12h46min - Por: Marcos Alves de Almeida

RESPONDENDO SOBRE IMPREGNAÇÃO DE ENERGIAS EM PÊNDULOS DE CRISTAL

RADIESTESIA
MARCOS ALVES DE ALMEIDA – www.geomarcosmeioambiente.com.br

Gracemary enviou esta pergunta em 04/3/2009 – 21:41 hs
Gostaria de esclarecer uma dúvida: comprei um pêndulo de quartzo rosa, procedi à limpeza dele com sal grosso. Depois, colocando-o ao sol, mas não estou conseguindo usá-lo pois ele só gira no sentido anti-horário, tanto para o sim como para o não?

RESPONDI A QUESTÃO DA SEGUINTE MANEIRA: PERGUNTA ENVIADA À ABRAD
Oi, Gracemary! Os cristais apresentam uma estrutura cristalina e são programáveis. Eles sofrem a influência das emissões eletromagnéticas dos locais. Se um local está emitindo microondas, por exemplo, através das Torres de Celulares (as ERBs), um emissão elétrica, então todos os cristais do local emitem essa vibração. Eles reagem com o meio como nós, no entanto nós por sermos magnetoelétricos, como seres vivos, não somos programáveis pelo meio. Nosso organismo absorve a informação emitida pelo meio e reage se reorganizando, enquanto que os cristais, por serem inertes, absorvem as informações que estão emitindo no local.

Fica claro, então, (penso eu), que os pêndulos de cristais são programados com aquilo que você está pendulando. Se você pendular uma pessoa não pode pendular outra sem deixar o pêndulo dentro d'água por alguns dias, pois ele vai emitir a freqüência da primeira pessoa e vai influenciar o resultado na medição de outra pessoa.

No seu caso pode ser que o local que você está trabalhando é elétrico e como o pêndulo de cristal sofre influências do meio, então ele vibra nessas frequências.

O ideal é utilizar o pêndulo de madeira (veja os modelos no www.institutomahat.com.br) e se você quiser saber mais informações sobre o mundo microvibratório entre no meu site: www.geomarcosmeioambiente.com.br. Lá você encontrará links de várias modalidades no estudo de ondas microvibratórias.
Abraços Marcos – www.geomarcosmeioambiente.com.br


 

18/03/2009 23h26min - Por: Marcos Alves de Almeida

 
Pergunta e resposta sobre a utilização de gráficos

RESPONDENDO MENSAGEM SOBRE RADIESTESIA E UTILIZAÇÃO DE GRAFICOS – pergunta enviada à ABRAD – Associação Brasileira de Radiestesia e Radiônica

Mensagem: Montei o turbilhão já faz algum tempo e gostaria de Vossa ajuda
a fim de esclarecer algumas duvidas, como seguem:
O grafico tem de estar no lado norte do imóvel?

O grafico de papel só deve ser utilizado uma vez e ser queimado após seu
uso?
Qual o prazo para que o pedido se realize?
No caso especifico do turbilhão, devo montá-lo aos domingos, exceto na lua
minguante?
Caso tenha alguma outra observação a fazer, por favor, agradeceria muito.
Desde já, agradeço Vossa atenção.

Arq. José


Data/Hora: 15/8/2008 18:27:58

Resposta de
MARCOS ALVES DE ALMEIDA (www.geomarcosmeioambiente.com.br)
De: geólogo e radiestesista Marcos Alves de Almeida (geomarcos@terra.com.br).
Para: Arq. José


Oi, José!
Da forma como você analisa a utilização dos gráficos se torna difícil. Você espera que alguém lhe diga o que é certo ou errado. O que você deve fazer. Alem disso você já tem respostas pré-determinadas de algumas informações que você adquiriu de terceiros.
Entenda o princípio fundamental da radiestesia: os objetos contam a melhor situação. A resposta vem de dentro para fora e não ao contrário. Se você perguntar para mil radiestesistas, cada um vai dizer uma coisa e o trágico-cômico: todas as respostas serão verdadeiras, desde que forem penduladas e todas as respostas, mesmo
sendo as mesmas, que não forem penduladas serão duvidosas, pois a mente pensa, mas não percebe e a percepção percebe, mas não pensa. Só a união dessas duas partes é que se consegue o melhor resultado.
O mundo microvibratório é quântico e o mundo macro, na Terra, é newtoniano-cartesiano; é mecanicista.
Primeiro: você deve ter todos os gráficos já fabricados, procure no Mahat. Por quê? Para cada situação existe um gráfico, só que esse gráfico pode servir para uma situação hoje e amanhã não servir mais para a mesma situação. Houveram mudanças no fluxo das energias. Existem oitavas de energias umas dentro das outras.
Que nem um site,veja o exemplo:

I. 1 - Nível 1 de energia - 1ª. oitava: www.radiestesiaonline;

I.1.2 - Subnível 1 de energia - 2ª. oitava: Matérias (um nível de energia interno);

I.1.2.3 - Subníveis 2 de energia - 3ª. oitava) - subníveis internos à Matéria:

1a) Geobiologia,

2b) Radiestesia,

3c) Bioconstrução, etc.;

I.1.2.3.4 - Subnível 3 de energia - 4ª. oitava - 1a) Geobiologia;

I.1.2.3.4.5 Subnível 4 de energia – 5ª. oitava – subníveis internos à 1a) Geobiologia:

1) Radiações ionizantes,

2) Radiações não-ionizantes, etc.;

I.1.2.3.4.5 - Subnível 5 de energia 6ª. oitava – 1) Radiações ionizantes.

Assim por diante. Todos nós sabemos dessa sequência de eventos sobrepostos uns aos outros. Utilizamos essa visão diariamente, no entanto, não nos damos conta, não sistematizamos as observações metodologicamente, com consciência. Agimos mecanicamente executando complexas ações e se nos perguntam não sabemos responder que de fato as estamos realizando sem perceber.

Entendeu?

Quando você coloca um gráfico para atuar num determinado objetivo ele cumpre a sua ação na 1ª. Oitava. Ai você pendula, depois de certo tempo pré-estabelecido radiestésicamente. Pendula novamente: é necessário novo gráfico com cristais (2ª. oitava), por exemplo, turmalina (também pendulado entre vários cristais de todo tipo). Então esse novo gráfico com o cristal estará cumprindo uma 2ª. Oitava de energia (limpando uma filigrana mais sutil, interno ao problema maior). O mesmo que você aparar o mato grande e depois você vai aparar o mato pequeno com outro instrumento mais apropriado. E em seguida o capinzinho pequeno que sobrou. Cada uma dessas etapas necessita instrumentos adequados. Você não vai usar a serra elétrica de cortar árvores para o capinzinho que sobrou. Você vai usar uma tesoura adequada.

Portanto você não precisa decorar qual gráfico para isso ou aquilo. Pendule. A resposta está dentro de você, que é quântico e não use os cinco sentidos quê são mecânicos e não acessam nada.

Não fique perguntando para todo mundo se deve usar assim ou assado tal gráfico. Use um método sistemático de acessar as informações: o método científico.

As vibrações não são mecânicas ou decoradas, elas são interativas. Não tem uma fórmula que se aplica sempre: seria morta!

Em todas as situações tem que pendular. O tempo de duração da ação do gráfico tem que pendular. Precisa-se de outro gráfico tem que pendular.
Não pense com a sua mente normal mecanicista que sempre você vai errar. O princípio da incerteza é o mundo real microvibratório e ele é dinâmico, probabilístico, imediato ou simultâneo.

Não tente controlar o conhecimento (ele protege a si próprio: não escutou essa frase ainda?).

É o enigma da natureza que nos interessa. Se você entendeu com os seus cinco sentidos é morto, no nível microvibratório, onde ocorrem os fenômenos reais de transformações, que refletem no macro, newtoniano-cartesiano, o mundo dos cinco sentidos.

- O local da sua casa, para colocar o gráfico, tem que ser pendulado: hoje pode ser do lado norte, amanhã pode mudar totalmente e ser no sul, ou leste ou oeste, pois o fluxo de energia era o norte como principal (1ª. Oitava – lembra?)
- O tempo de exposição do gráfico tem que ser pendulado, não tem decoreba ou eu já sei. A radiestesia atua no mundo quântico. Não dê um palpite. Você vai aprender com a prática constante para estabelecer os critérios comparativos.
- Para começar: gráficos de papel, ainda mais xerocados, não funcionam por si só. Você acaba fazendo psicotrônica (ou seja: utilizar a sua própria energia para realizar a ação do gráfico: não funciona, pois assim que você se distrair deixa de funcionar). Ele tem milhares de pequenas manchas pretas microscópicas que impedem o seu funcionamento. Utilize material profissional de plástico, branco, adequado, em tamanho preciso. Confio nos gráficos do Instituto Mahat, são profissionais.

Não adianta reduzir gráficos, fora dos padrões experimentais, utilizados
por profissionais.

- Quem disse que tem alguma importância montar os gráficos aos domingos e em que lua?

Você pendulou? Não existem dogmas? O Universo (1ª. oitava), a galáxia: Via Láctea (2ª. oitava), o Sistema Solar (3ª. oitava), a Terra (4ª. oitava) estão em constante movimento harmônico. Entre em harmonia com a totalidade, pois você é a memória do universo. Utilize a sua consciência e método de medição radiestésica.

- Os resultados não são visíveis no macro. São sutis. Nada é tão mecânico assim. Monta um gráfico e fica esperando um resultado imediato ou querer saber quando? Não é assim. Você vai montando gráficos com uma função.
Parece que nada está acontecendo, mas no mundo quântico, microvibratório é acumulativo, até atingir o ponto de máxima e de repente acontece algo. Parece que foi de repente, mas vinha acumulando de consciência e quando chegou ao ponto de máxima surgiu o efeito, parecendo que foi naquele momento. Não! Aos poucos, com trabalho constante, sem cobrar infantilmente, deixando que os acontecimentos se entrelacem e se for harmônico e justo acontece. Caso não aconteça o esperado, deve aprender com a lição e ver o que o universo está querendo "dizer". Tente descobrir, pendulando, porque não deu certo. Se estiverem faltando outras etapas (oitavas) internas ao problema. Capixe!!!
Aprenda com o aparente "fracasso". Tem uma razão cósmica de ser, de acontecer. Não tente, arrogantemente, como é comum entre os homens, controlar os acontecimentos.

Pratique e medite diariamente. Não busque respostas simples para situações complexas. Observe em silêncio. Não julgue. Fique atento aos impactos sutis do dia a dia. Só com a sutileza você consegue acessar o sutil.

- Olha: o prazo não é determinado mecanicamente. Não se pode dizer aleatoriamente qual o tempo. Deve-se pendular diariamente. Ou antes, estabelecer qual é o prazo de duração da emissão. Pendulando. Sempre. Não pense. Não dê palpite. Não pergunte para todo mundo o que você deve fazer. Não tem sentido as pessoas dizerem qualquer coisa.

Não funcionam as opiniões mecanicistas, racionalistas. Não se adquire conhecimento de fora para dentro e sim ao contrário; é a prática diária, de no mínimo quatro horas, 365 dias por ano.

Não espere que alguém diga qual a conduta que tem que ser seguida. A pessoa não está inserida na sua problemática, Ela não estudou detalhadamente o seu problema para dar qualquer opinião. Ou então consulte um profissional que vá ao local e analise o problema e dê o encaminhamento adequado.

Aprenda a medir metodologicamente através da radiestesia: o único caminho para se obter êxito.

Observe a natureza e através de medição coerente ela conta o seu segredo.
Abraços,
Marcos (geomarcos@terra.com.br)/www.geomarcosmeioambiente.com.br

Leia: "Radiestesia clássica e cabalística" António Rodrigues (no Mahat).
"O universo autoconsciente" de Amit Goswami.
www.institutomahat.com.br – instrumentos de medição e gráficos radiestésicos


 

20/03/2009 21h18min - Por: Marcos Alves de Almeida

 

TRABALHO DE GEOBIOLOGIA À DISTÂNCIA EM APARTAMENTOS

GEOBIOLOGIA
MARCOS ALVES DE ALMEIDA – www.geomarcosmeioambiente.com.br

UMA QUESTÃO ENVIADA A MIM SOBRE GEOBIOLOGIA. UM TRABALHO QUE REALIZEI EM SEU APARTAMENTO E NO APARTAMENTO DE SUA COMPANHEIRA. O Sr. AGNALDO NÃO TEM CONHECIMENTOS SOBRE RADIESTESIA E GEOBIOLOGIA. FICOU INTRIGADO COM O MEU TRABALHO À DISTÂNCIA, POIS ELES MORAM EM NITERÓI – ICARAÍ – RJ. ENCONTREI ANOMALIAS NOCIVAS EM SEUS APARTAMENTOS: ÁGUA SUBTERRÂNEA, ZONA TECTÔNICA, MICROONDAS E POLÔNIO E GÁS RADÔNIO. MORAM HÁ MAIS DE DEZ ANOS NESSES LOCAIS IRRADIADOS. O QUE O CHOCOU FOI A REALIZAÇÃO DO MEU TRABALHO À DISTÂNCIA, SEM PRECISAR IR LÁ PESSOALMENTE.
RELENDO O QUE ESCREVI DE FORMA LIVRE, RESPONDENDO ÀS PERGUNTAS DELE, ACHEI INTERESSANTE DIVULGAR COMO UM MODO DE MOSTRAR COMO AS PESSOAS REAGEM A UMA INFORMAÇÃO E A UM TRABALHO REALIZADO À DISTÂNCIA, NA PLANTA DO IMÓVEL.

PERGUNTA DE AGNALDO EM 14/10/07 – 19:36 HS
ASSUNTO: TRABALHO ENERGÉTICO APTO. AGNALDO.


Boa noite Marcos,

A Ivete me disse que você já realizou o trabalho em meu apartamento e que ele está com energia especial.
O que significa isso? Como a reconheço? Que livros deverei ler; que estudos ou trabalhos precisarei fazer; que habilidades deverei desenvolver para senti-las?
Através dos comunicados da Ivete, quer pelo que ela me disse, quer pelos emails que me repassou, estou, talvez precipitada e erroneamente, concluindo que o trabalho energético está terminado.
Marcos se estiver terminado, ajude-me inicialmente a calibrar minhas expectativas.
Em função do que você mostrou e também do que colocou dizendo que não havia necessidade de visitar o local, bastando apenas uma planta com indicação do norte; eu tinha a expectativa de receber um pequeno laudo, ou uma cópia, mesmo que simplificada, da planta que lhe enviei, descrevendo, ou pelo menos listando, as energias nocivas encontradas em meu apartamento.
Supunha, por exemplo, que você me pediria para fazer um exame de sangue e depois de certo tempo eu deveria repeti-lo para evidência de mudanças positivas.
Li num dos emails enviados à Ivete que a energia instalada no apartamento dela atuaria por quatro anos. No meu, seria o mesmo número de anos? Porque quatro anos e não outro número? O que fazer depois de findo os quatro anos, se “sentirmos mudanças positivas” e não pudermos mais contar com você?
Uma pequena história. Não é sufi, mas é bem ilustrativa. Tenho um amigo, geólogo, que trabalha na Petrobras, que ficou muito interessado no assunto quando lhe disse que você estava fazendo um trabalho de geobiologia em meu apartamento. Ele me disse que gostaria de fazer um trabalho equivalente em sua casa.
Fiquei de mostrar-lhe seu trabalho assim que o recebesse. Sem algo concreto, visível, analisável para apoiar os argumentos fica difícil divulgar seu trabalho, mesmo porque essa carência não me deixa confortável em dar continuidade ao assunto.
Eu mesmo gostaria de fazer algo semelhante na casa que tenho em Teresópolis, mas isso em função da análise do trabalho e dos resultados no apartamento.
Caso minhas inferências estejam erradas ou incompletas e você esteja trabalhando num laudo relatando o que foi feito e o que preciso ou posso adicionalmente e preventivamente fazer, por favor, desconsidere esta nota. Não tenho pressa. Tenho apenas necessidade que você seja mais explícito com relação às minhas expectativas. Grato pela atenção Agnaldo.

NUMA PRIMEIRA RESPOSTA QUIS AUMENTAR A SUA VISÃO DO MUNDO MICROVIBRATÓRIO.
É CLARO! EXAGEREI UM POUCO. SENTI QUE SE EU COLOCASSE SECAMENTE OS DADOS QUE ELE QUERIA, ELE NÃO IA ENTRAR NUMA NOVA VISÃO DA REALIDADE. AGORA RELENDO VI QUE VIAJEI NA MAIONESE, MAS VOU TRANSCREVER A LOUCURA MESMO ASSIM. SE ALGUÉM QUISER PULAR ESSE CAPÍTULO, NO OUTRO, EU COLOCO OS DADOS DIRETOS E RESPONDO ÀS PERGUNTAS DELE, MAIS OU MENOS.

E NUMA SEGUNDA RESPOSTA COLOQUEI OS DADOS QUE ELE SENTIA NECESSIDADE DE TER ÀS MÃOS. Resposta em 17/10/2007 – 23:31 hs.

 

Oi, Agnaldo!
É, de fato, polêmico o meu trabalho. Muito “estranho” alguém realizar um trabalho, à distância, em cima de uma planta do imóvel, que parece nada mais que uma simples planta desenhada em uma folha de papel. Na verdade esse conhecimento não é meu. Só e conhecido pela humanidade há pelos menos sete mil anos. Os egípcios, os gregos, e outros daquela região; os indús., os árabes (que trouxeram para o ocidente esse conhecimento), os chineses e inúmeros outros povos conheciam as leis da natureza.

As harmonias musicais e suas relações com a arquitetura e a engenharia. Essa harmonia da natureza, que poderíamos chamar de geometria das proporções harmônicas, rege tudo na natureza, que segue essas proporções, a média e extrema razão; o número áureo, o phi, 1,6180339887 (Leia: O poder dos limites/György Doczi/Ed. Mercuryo); Geometria Sagrada/Robert Lawlor/Edições Del Prado, entre outras dezenas de livros).

Chama-se geometria sagrada porque era adotada nos monumentos sagrados essa arquitetura: a maioria das igrejas da Europa; lembra-se da Igreja de Chartres; aqui em S. Paulo: a Igreja de São Bento, A Sé, a São Francisco de 1700, são alguns exemplos.

Porque eu estou falando disso? Essas igrejas (mas existem milhares de construções civis com essas proporções, só em S. Paulo, as que eu conheço) foram construídas nas proporções áureas, porque essas construções se transformam em organismos vivos, pois se comportam de forma harmoniosa. Nada foi construído sem pensar, tudo, todas as partes e todos os detalhes foram pensados e mantiveram as mesmas proporções.

E por quê? E para quê? Acontece que o homem atual (nos últimos 400 anos) se tornou um ser que pensa de forma mecanicista-determinista-cartesiano-newtoniano-maxwelliano. É o que somos nós diariamente e não precisamos ser diferentes. Pois num mundo mecanicista não precisamos saber mais do que isso para vivermos no mundo macro na Terra. Até um cachorro olha para atravessar uma rua. Precisamos somente ter bom senso e nesse mundo macro as Leis de Newton funcionam perfeitamente.

No entanto, como sabemos, saindo para o mundo cósmico e para o mundo microcósmico, essas leis newtonianas não funcionam mais.

No universo, o espaço-tempo pode ser atraído por uma massa gigante de uma estrela, por ex., logo a luz não segue em linha reta, devido à atração da gravidade. O espaço-tempo, nesse caso, é curvo (conhecido em 1905 – a teoria da gravitação universal por Einstein). O tempo real segue em uma linha e o tempo imaginário perpendicular a este, indica um tempo relativo. A dobra no tempo, onde o tempo ficaria estagnado, pois o tempo não é contínuo e perene, surgiu no Big Bang, o início do nosso universo. Antes não existia tempo (O universo numa casca de noz/Stephen Hawking).

Se você falar para alguém que, num determinado ponto do espaço-tempo, pode-se ver o passado, o presente e o futuro, num espaço-tempo curvo, as pessoas vão falar que você é doido, é esotérico, etc. Nós nem chegamos em 1905, nosso pensamento vai até Maxwell (1860) pois acendemos a luz num clic e por isso vendo a luz acreditamos em sua existência.

Imagine chegar em 1926, com a física quântica, Eisenberg, Bohr, Max Planck, Schrödinger, De Broglie, Paul Dirac, Wolfgang Pauli, Max Born, entre outros, como David Bohm, a totalidade e a ordem implicada ou a teoria quântica como indicação de uma ordem implicada multidimensional, a matéria, a consciência e seu fundamento comum, o holomovimento.

No mundo micro, quântico, não existe espaço-tempo e sim momento quântico. Os movimentos são instantâneos, simultâneos, probabilísticos, indeterminados, descontínuos. Um elétron salta de um orbital para o outro, emitindo um fóton, um quanta de energia de Planck, sem nunca ter passado entre eles, sai de um orbital e aparece em outro, o denominado salto quântico.

Nesse mundo microscópico, microcósmico, também não funcionam as leis de Newton. O observador reage com o objeto observado, influenciando o resultado. Nem Einstein aceitou a teoria quântica, pois ele achava que tudo funcionava até a velocidade da luz, nada a ultrapassando. Não aceitou a possibilidade de muitos fenômenos fossem muitas vezes mais velozes do que a velocidade da luz, a ponto de não existir espaço-tempo. Passou a vida tentando descobrir um “furo” na física quântica, que ele foi peça fundamental na sua descoberta, com os estudos do efeito fotoelétrico. Dizia: “Deus não joga dados”.

Nós somos quânticos, no mundo microbiológico e funcionamos dentro dessas leis (O universo autoconsciente, Janela visionária, O médico quântico, A física da Alma/Amit Goswami).

Em outras palavras, nós não percebemos o mundo microvibratório e o macrocósmico com os cinco sentidos. Não é possível perceber essas ondas microvibratórias com os nossos cinco sentidos, mas o nosso organismo microcelular percebe e atua em função dessas leis quânticas. Ocorrem mais de um bilhão de reações por segundo, desde o nosso nascimento até o último dia, sem parar e por isso reagimos com o meio e se o meio não for equilibrado a vida perece.

Quando chegamos a perceber algo no nível macro, no nível dos cinco sentidos, no nível químico, físico-químico, no nível macro cartesiano-newtoniano, então, o problema já está grave. Os problemas internos nossos já aparecem nos aparelhos fabricados pelo homem, saiu do micro entrou no macro, captável. Pois trabalho no nível microvibratório, antes de aparecer os problemas em nível macro. Quando chega nessa fase, muitas vezes não tem volta. Aí, quando a pessoa vai fazer um exame de sangue consta que ela está com leucemia mieloide, etc... Aí, sim, a pessoa percebe, os médicos percebem. As células já entraram em colapso, depois de sofrerem os efeitos microvibratórios anômalos, por uma ou mais dezenas de anos. Nessa fase, ocorre o stress e indicações indiretas, ma não aparece, as anomalias nocivas, ainda, em nível químico, macro, quando se obtêm resultados através da aparelhagem fabricada pelos homens. Esses aparelhos, pela sua própria construção, a custo razoável, captam somente quando aparece em nível excessivo, possível de ser quantificável.

Eu “utilizo” um aparelho quântico, que somos nós mesmos, somos bioreceptores e bioemissores, capazes de perceber microvibrações débeis, em pouquíssima quantidade, não captáveis pelos aparelhos fabricados pelo homem (vide tese de doutorado de Leodegário Lufriu de Cuba que provou que os seres humanos têm propriedades radiestésicas e que somos bioreceptores e biosensores (site da UCIR – União Científica Internacional de Radiestesia, associação que fundamos em Havana em 2001 ou pelo email de lufriu: lufriu@civil.cujae.edu.cu).

Nosso organismo tende a se defender dessas anomalias microvibratórias anômalas vindas do meio ambiente, que tentam desagregar e destruir-nos, pois vibram em velocidades extremamente maiores do que somos capazes de suportar. Que com o tempo de exposição a elas acabam, por fim, nos atingindo irreversivelmente.

Mas as pessoas olham em volta de si mesmas, no mundo macro, e lhes parecem que tudo está parado, nada está acontecendo dentro delas e elas vivem de crença e descrença, de achismos e querem entender tudo que está em sua volta, não aceitando o que não conseguem entender ou que tem uma amplidão maior que os seus próprios limites de compreensão.

Como diria Bohr, se você entendeu de física quântica, então não é física quântica, pois não é possível entender esse mundo atômico. É possível, metodologicamente e através de aparelhos, com o isolamento de partículas, acessarem esse mundo, mas nunca entendê-lo.

A técnica do pensar sem pensar. Utiliza-se o método da observação e espera-se que o objeto observado nos conte a sua história e nós, aos poucos, comparativamente e através de outras observações sistemáticas, descobrimos um pouco desse mundo enigmático, ininteligível, o mundo microvibratório.
É o enigma da natureza.

Meu trabalho propriamente dito: Há 14 anos atrás comecei a estudar radiestesia, pois achava interessante o que nós somos capazes de perceber através da nossa percepção, tanto mental como corporal. Percebi que somente através de um meio, onde não se utiliza os cinco sentidos, seremos capazes de perceber o mundo invisível, daí perceber que a radiestesia é o meio de se qualificar, quantificar e diagnosticar essas vibrações imperceptíveis pela mente racional, normal.

Ia aos locais onde existiam anomalias nocivas às pessoas: onde emitiam radiações ionizantes, como o gás radônio (rochas alteradas com os elementos radioativos rádio e/ou tório, que ao sofrerem desintegração emitem o gás radônio – radiação gama), radiações não-ionizantes (locais com telefonia celular; alta tensão; zonas tectônicas/quebra das rochas; água subterrânea em movimento; campos elétricos e magnéticos induzidos; em construções arquitetônicas desarmônicas, etc..).

Adquiri, assim, o conhecimento perceptivo dessas anomalias, criei gráficos identificadores dessas energias. Tomei consciência perceptiva dessas anomalias, indo primeiramente, como disse em locais conhecidos e posteriormente indo aos locais desconhecidos e, à semelhança, fazer a comparação através dos gráficos, se existe anomalias semelhantes às conhecidas de antemão. O nosso organismo identifica se tem ou não tem as anomalias sistematizadas.

Através da radiestesia, como instrumento de medição (a forma de acessar o mundo microvibratório sem interferência da mente castradora racional, que nos limita), vou aos locais das casas, comércios, indústrias, e também, através de fotos dos locais, ou através do cabelo ou nome e data de nascimento das pessoas, descubro acesso, nelas (pessoas) ou neles (locais) essas anomalias nocivas que, lentamente vão minando a saúde das pessoas, ao longo do tempo, sem elas se darem conta ou perceberem qualquer efeito, antes de atingir o nível químico, onde aparecem os efeitos no mundo macro.

Por esse motivo elas nem acreditam que estão sendo afetadas, quando digo a elas o grau de periculosidade que as estão afetando, ainda em nível microvibracional, antes dos exames visíveis pela ciência oficial. Logo: para mente controladora dela não existem problemas com ela.

O trabalho é sempre feito à distância, na planta do imóvel, que não é um simples papel aos olhos do mecanicista, pois atuamos no mundo quântico, não visível ou compreensível pela mente normal do homem. Quando termino o trabalho na planta do imóvel, imediatamente, acontece no local do imóvel, e todos os seres, inanimados, vegetais, animais e nós, os racionais, recebemos a informação e o nosso organismo começa a mudar, pois não recebemos mais o impacto das vibrações eletromagnéticas que nos tentam destruir. E começamos a melhorar dia após dia.

As pessoas vão melhorando sem elas se darem conta ou siquer saber se houve alguma mudança real nos locais de suas moradias. Vivemos como se fosse num mundo “parado”, estático, aparentemente denso, material, cujas leis simples não permitem o acesso nesse mundo microscópico celular, onde milhões de células são formadas por reações químicas e físico-químicas de moléculas e elementos químicos atômicos, numa dança sem fim, aos bilhões de reações para nos manter vivos. Nós não nos damos conta que não somos andróides e que não desligamos à noite ao dormir e que reagimos com o meio e se o meio não estiver equilibrado sofremos os seus efeitos nefastos.

Como disse: realizo o trabalho na planta do imóvel e peço à pessoa afetada por radiações, principalmente as ionizantes, para fazerem um exame de sangue simples: uma gota de sangue é fotografada através de um microscópio de campo escuro e obtido os resultados pelo computador. Essa fotomicrografia mostra como as hemácias se encontram grudadas umas às outras, encontrando-se alongadas, enrugadas. Elas são de fundamental importância para o organismo, pois transportam oxigênio para o corpo inteiro, através da hemoglobina contida nas hemácias e transportam o gás carbônico para os pulmões, absorvendo oxigênio num movimento sem fim. Quando estão expostas ao gás radônio, por anos, ficam afetadas como descrevi acima.

Após quatro meses que realizei o trabalho na planta do imóvel da moradia dessa pessoa, ao fazer novo exame de sangue acima descrito, as hemácias estão todas normais, sem ionização, pois durante esse tempo vamos eliminando essas hemácias afetadas (juntamente com os bilhões de células mitóticas 2n). Isso mostra, cabalmente, que nós recebemos as informações emitidas à distância, através da mudança de energia na planta do imóvel e que imediatamente muda a energia do local real. Não precisa acreditar pratique e veja você mesmo.
Abraços Marcos.
Abraços na Ivete. As mulheres entendem muito mais rapidamente do que nós. Elas intuem e já sentem as mudanças no ar.

A RESPOSTA QUE O AGNALDO QUERIA RESPONDI ALGUNS DIAS DEPOIS.

Data: 01/11/07 22:03
De:
Agnaldo
Para: 'geomarcos'
Cópia: 'ivete'
Assunto: RES: Energias microvibratórias no apartamento

Boa noite Marcos,
Grato por suas explicações.
Agora é aguardar os resultados.
Forte abraço,
Agnaldo

De: geomarcos [mailto:geomarcos@terra.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 1 de novembro de 2007 17:23
Para: Agnaldo ; Ivete

Oi, Agnaldo!
Depois daquela introdução que enviei para você, não foi possível eu dar continuidade à explicação das energias que existem em seu apartamento.
Aquela introdução era apenas para lembrar, na nossa memória espacial, todos os conhecimentos existentes no universo, como diríamos: o homem é a memória do universo. É só religar.

Nos apartamentos existem anomalias microvibratórias invisíveis, não perceptíveis pelos cinco sentidos. Por esse motivo, para acessá-las eu não posso utilizar a minha mente racional, controladora, pois ela não é capaz de captar essas vibrações, mas as nossas células, moléculas, átomos, captam e sentem suas vibrações elétricas destruidoras.

Existem as ondas eletromagnéticas não-ionizantes (água subterrânea em movimento - que gera um débil campo elétrico; zona tectônica, quebra das rochas - que gera um campo eletromagnético mais potente que a água; torres de microondas na cidade, geram um campo elétrico potente com vibrações de 840 milhões a 10 bilhões de vibrações por segundo; alta tensão, quando as pessoas moram dentro do seu raio de ação).

E as ondas eletromagnéticas ionizantes, que destroem a célula, mas em quantidades débeis, não captáveis por qualquer aparelho na Terra, muito menos pelos nossos sentidos (são elas: gás radônio, inerte, inodoro, insípido - vibra mais de 400 bilhões de vezes por segundo, cujo comprimento de onda é de 10 a menos 12 a 14 de metro). É um gás emitido pela desintegração de tório e/ou rádio, concentrado nas rochas pré-cambrianas, como migmatitos e granitóides, entre outras, que sofreram alterações nesses últimos um a dois bilhões de anos e se transformaram num solo argiloso, concentrando esses elementos radioativos ionizantes da tabela periódica. Mas não é em todo local. São manchas. Sempre é necessário examinar tecnicamente. Essas radiações são cumulativas (as ionizantes) e não aparecem em cada momento. Elas acumulam em nossos elétrons de nossas moléculas, cátions e ânions, e só aparecem no mundo macro quando acumulam a energia suficiente, para dar um salto quântico, pulando, por exemplo, de um orbital para outro, descontinuamente, emitindo um fóton, e ai oxidando a célula, que emite uma vibração errada para o resto do organismo, que aceita como informações verdadeiras, como um vírus no computador.

ANOMALIAS NOCIVAS NOS APARTAMENTOS

 

Apartamento:                      AGNALDO                      IVETE

 

ZONA TECTÔNICA              72.900 mV/m (-)               72.900 mV/m (-)

ÁGUA SUBTERRÂNEA         138.000 mV/m (+)            138.000 mV/m (+)

MICROONDAS                     UHF (1,0 mW/cm2)           UHF (1,0 mW/cm2)

RAD. IONIZANTE (Polônio)    13.500 Bq/m3                 54.000 Bq/m3

RAD. IONIZANTE (Radônio)   2.700 microR/h                5.400 microR/h

CAMPO ELÉTRICO INDUZ.            4250 KVA                             4400 KVA

CAMPO MAGN. INDUZ.                 4300 nT                                4450 nT

Para captar essas anomalias à distância eu utilizo o conhecimento dessas anomalias de forma técnica e pela percepção microvibratória através de nosso próprio organismo microcelular, que sofrem esses efeitos nocivos e tentam se equilibrar aumentando a sua velocidade.

As pessoas não se dão conta da existência dessas anomalias, porque elas se baseiam na aparência do mundo macro newtoniano-cartesiano, ou seja, do nosso mundo normal. Mas as pessoas não se lembram que nosso organismo e de todo ser vivo no planeta é de alta complexidade, com bilhões de reações químicas por segundo e simultaneamente, ocorrendo em nosso organismo para nos manter vivos. No entanto, quando existem anomalias microvibratórias estranhas ao nosso organismo, ele se defende acelerando e se auto-aniquilando, com o tempo.

As enzimas não conseguem atuar como catalisadores das reações, para diminuir a temperatura das reações moleculares, desnaturando-se, etc.. Aumentando os radicais livres.

O estudo da microbiologia é importante, até para nós leigos, pois imaginamos que as coisas estão aparentemente paradas no nosso tempo imaginário e não no tempo real. Tentamos compreender o que está acontecendo quando acontece o problema e pensamos que surgiu naquele momento.

Não nos damos conta que o nosso organismo está sofrendo aquele efeito aniquilador, vindas dos locais de moradia, há anos e anos. Não sabemos que está acumulando a "bomba" no nosso organismo e que ainda não apareceu no macro. E quando aparece, às vezes não tem mais volta: é quimioterapia, etc...
Precisamos entender para aceitar. Mas é um enigma o mundo microvibratório celular, atômico e o mundo macrocosmo intergaláctico, cujo espaço-tempo pode sofrer uma curvatura devido à gravitação. E que nesses mundos, os reais, não funcionam as leis mecânicas newtoniano-cartesianas.

Bibliografia: utilizar a ferramenta de busca: nocividade dos campos eletromagnéticos não ionizantes e os ionizantes (vastíssimo).
Agnaldo: quaisquer esclarecimentos específicos e gerais é só escrever.

Ah! O trabalho que faço:
- utilizo a planta do local, com o nome da rua, cidade, etc. e norte magnético indicado. Através dessa planta, que é ativada, capto através da minha percepção microvibratória e como instrumento de medição, a radiestesia.

- cada tipo de anomalia nociva foi antes, pesquisada por mim, nos locais que existem essas: vou nos locais, por ex. de torres de microondas, tipo Av. Paulista, vou onde existem altas tensões - torres e capto as vibrações e crio gráficos dessas anomalias. O mesmo sobre o gás radônio, indo à local com sua presença comprovadamente. Vou lá e adquiro o conhecimento perceptivo dessas anomalias.

- Vou aos locais de moradia, indústrias e comércios das pessoas, que me chamam, pois, com o passar do tempo, como é acumulativa, começam a ficar doentes, com aumento do colesterol etc., não dormem, nada dá certo.
Aí, vou lá, ou à distância, pois para o mundo quântico não existe espaço-tempo, tudo ocorre simultaneamente.
As emissões anômalas bem como a correção são não locais. Nada que se colocar no local funciona.

-Faço a mudança energética na planta, que não é um simples pedaço de papel, como a mente das pessoas supõem, mas sim o testemunho do local.

É a mesma coisa que eu observar diretamente no local, ou observar uma planta enviada de lá da China. É a mesma coisa. Não há a necessidade de estar no local ou presente. Tudo ocorre à distância, nada local.

Posso utilizar o nome e a data de nascimento de uma pessoa e dizer o que tem no local que essa pessoa mora, de anomalias microvibratórias, sem precisar conhecê-la, ou se ela mora aqui do lado ou lá na Patagônia. Pois estão gravadas, em sua memória celular, todos os inimigos que a estão afetando e que são as ondas microvibratórias que estão acelerando o funcionamento de suas reações microbiológicas e que um dia aparecerá no mundo macro.

Ai, sim, aparece nos aparelhos médicos e nos exames de sangue e outros, o mal. Eu trabalho ainda no campo microvibratório, antes de aparecer nos exames químicos e nos aparelhos médicos.

Pois somos quânticos e não mecânicos.

Recebemos, captamos e enviamos informações simultâneas, mas atualmente, nos últimos quatrocentos anos, fomos influenciados pelo pensamento de Descartes e pelas leis da mecânica de Newton, que, realmente, funcionam no dia a dia macro, mas não no mundo microvibratório e no macrocosmo.

Meu trabalho, nos apartamentos de vocês, vai durar 4 anos - Ivete: SET/2011 e Agnaldo: outubro/2011. Por quê? Essas anomalias estão nos locais há milhões de anos e são praticamente constantes. As pessoas que foram morar em cima. Elas estão atuando nesses locais muito antes de existirem mamíferos, há 30 milhões de anos atrás.

Elas atuam independentemente de crenças e descrenças das pessoas. Elas siquer sabem que existem alguma coisa em seu caminho, elas passam por tudo.
Fora aquelas emitidas pelo Cosmo, como raios ultravioleta e ozônio, etc., que fica para outra ocasião, um bate-papo.

Abraços, Marcos.

MARCOS ALVES DE ALMEIDA
MAIORES INFORMAÇÕES NO MEU SITE: www.geomarcosmeioambiente.com.br



 

A UTILIZAÇÃO DA RÉGUA BOVIS

Autor: Marcos Alves de Almeida

Essa régua, inicialmente utilizada por A. Bovis tinha o comprimento de 30 cm.

Bovis verificou, após anos medindo pessoas, alimentos e locais, que as medidas acima de 19,5 cm representavam a saúde nos seres humanos e abaixo dessa medida a indicação de doença. Verificou que até a medida de 16,5 cm, o pulmão da pessoa era atingido, nesse caso sugeria a tuberculose, como consequência.  Com a medida de 14,5 cm, como limite da vida, ou seja, a pessoa poderia adquirir câncer ou outras doenças irreversíveis. Abaixo dessa medida não existiriam seres humanos e mamíferos em geral.

Posteriormente, essa régua, dividida em centímetros, foi transformada em comprimentos de ondas ou unidades Bovis pelo engenheiro eletrônico Simoneton, que utilizou como unidade de medida: comprimentos de ondas, em Angström (Ä). Medida de comprimento de ondas, que equivale 1Ä = 10-10 m ou 10-8 cm ou 10-7 mm (a décima milionésima parte do milímetro). Com essa transformação a régua de Bovis passou a ser um instrumento de medição radiestésica universal dos seres vivos. Veja: a cada três centímetros da régua equivale a 1.000Ä, em trinta centímetros, equivalência em 10.000Ä.

O SIGNIFICADO DA RÉGUA DE BOVIS ORIGINAL EM CENTÍMETROS.

Bovis utilizou uma simples régua graduada de 30 cm durante muitos anos, medindo pessoas. Verificou que a partir de 19,5 cm para 30 cm, as pessoas, alimentos, animais, vegetais encontravam-se com saúde. E quando media os seres vivos abaixo de 19,5 cm, até 14,5 cm, indicava estado doente.

Se uma pessoa, sem conhecimentos das experiências de Bovis, aplicar com uma régua de 30 cm, pode ter resultados diferentes, mas com muita proximidade dos valores encontrados por Bovis, pois cada pessoa tem seus parâmetros perceptíveis em diferentes graus. Como começar a fazer esse tipo de experiência? Coloque, por exemplo, uma maçã fresquinha na régua e meça. Vai dar um valor em centímetros. Alguns dias depois, uma semana, meça novamente, o valor vai mudar, anote. Mais uma semana e meça. Cada dia os valores na régua vão mudando, tendendo para um limite mínimo.

Agora faça a mesma experiência com o Biômetro de Bovis: coloque a maçã na régua e meça, nas mesmas condições anteriores. Agora com conhecimentos das experiências de Bovis. A maçã sã encontra-se na medida de 7.000Ä ou 21 cm. Uma semana depois, verá que a maçã encontra-se com a medida, por exemplo, de 6.000Ä ou 18 cm; após mais uma semana, nova medida indica 5.500Ä ou 16,5 cm e mais uma semana, com a maçã cheia de manchas escuras e amolecida, soltando a casca, chega aos 5.000Ä ou 15 cm. Após essa situação praticamente não se têm outras medidas, pois a maçã já está ficando seca, sem nutrientes, morta. Viram!

O que aconteceu? Quando a maçã está sã os valores estão altos: 21 ou 22 cm e à medida que a maçã vai ficando passada, os valores na régua vão diminuindo.

O que significa isso? Podemos dizer que o nosso organismo está seguindo uma ordem bem clara de ação, representada pela diminuição dos centímetros na régua. É claro, para captar essa variação do nosso organismo em relação à alteração da maçã precisamos utilizar um pêndulo, aplicar a radiestesia.

Veja bem: a maça nova emite uma vibração de saúde e a régua de medição de 30 cm é o instrumento de verificação das vibrações emitidas por essa maçã. O nosso organismo capta a emissão e indica na régua um valor correspondente. Esse valor encontrado na régua pela emissão vibracional da maçã corresponde, em certo sentido, a um valor polarizado correspondente a uma vibração harmônica, equivalente ao nosso organismo (os 21 cm).

Com o passar do tempo a maçã muda a vibração emitida e o valor obtido na régua corresponde a essa vibração que é captada pelo nosso organismo, que agora percebe essa mudança vibracional indicando um valor na régua diferente do anterior, mas indo para valores menores (para 18 cm, por ex.).

Nova medida da maçã e um novo número são captados, por nós, na régua. Então: a régua é um polarizador de energias emitidas, no caso, pela maçã. Polarizar significa selecionar uma emissão vibracional, por exemplo: se fizermos um corte com uma tesoura em um papel preto e olharmos através desse corte o sol veremos uma emissão polarizada do sol e não uma emissão difusa, quando olhamos o sol sem o papel cortado. Entenderam! Cuidado ao fazer essa experiência, pois a luz polarizada do sol é muito forte. Veja o mesmo caso com uma lupa de aumento. Tente polarizar o sol com ela e veja!

A régua é uma forma de identificar as várias emissões vibracionais emitidas em cada fase da alteração da maçã. Passa a ser um polarizador que qualifica as vibrações em cada estado de alteração da maçã. O nosso organismo, como um biômetro humano, entra em ressonância com a vibração da maçã e através da régua seleciona as medidas. Não somos máquinas mecânicas absolutas com um mostrador indicando números, somos máquinas complexas, biológicas, mas que refletem as variações microvibratórias que o nosso organismo absorve e indica, também, valores, no caso em uma régua de 30 cm. Se essas medições forem sistematizadas e anotadas, durante um longo período, podemos, sim, estar fazendo ciência.

Para a ciência oficial essas medidas empíricas não são consideradas como pesquisa em ciência e os valores encontrados não passam de meras coincidências, sem grandes conseqüências de interesse científico, pois são desprovidas de comprovação de que esses valores são captados pelo nosso organismo de uma forma organizada e sistemática.

Alegam, ainda, que não se tem provas que de fato o organismo está captando vibrações da maçã ao entrar em ressonância vibracional um com o outro (nós e a maçã) e que a régua de Bovis ou a de 30 cm, intermedeia essa ação como um selecionador ou polarizador de vibrações que variam com o passar do tempo.

Alegam também: quem disse que uma maçã colhida de uma plantação é igual à outra maçã colhida de outra árvore? E se um plantador utilizou agrotóxico e o outro não! Um colocou nutriente e o outro não! Ufa! Entendam: a ciência não aceita uma experiência que não tenha como resultado a ligação da medição com o objeto medido. Acontece a mesma coisa com a Alta Tensão: mesmo tendo sido realizadas experiências que indicavam que crianças morando até 200 metros da Rede, em experiências por dez anos, foram acometidas de leucemia mieloide, os pesquisadores dizem: nada comprova que de fato foi a Alta Tensão que gerou a leucemia nas crianças. Bem! Podemos fazer todas essas considerações e avaliar do mesmo modo que utilizar instrumentos criados pelo homem. No entanto nós somos o próprio instrumento de avaliação biológica que mede outro ser biológico, à semelhança! Ufa!!!

Tempos depois o engenheiro Simoneton ao fazer a mesma observação tentou associar as medições constantes obtidas por Bovis, como se fossem ondas eletromagnéticas. Utilizou, então, medidas de comprimentos de ondas, já que a régua é uma medição de comprimentos em centímetros. Pensou que essas vibrações na verdade são microvibrações, que ocorrem em nível celular, molecular e atômico em nossos organismos e nos seres vivos na totalidade. Então resolveu utilizar uma medição em Angströms que equivale: 1 Ä  a 10-10 m ou 10-8 cm.

Pronto! Transformou a régua de 30 cm de Bovis em um instrumento de medição de comprimentos de ondas. Entenderam! E agora, a explicação da diminuição dos valores em centímetros, obtidos na régua, indicariam que os comprimentos de ondas estão diminuindo e logo as frequências correspondentes estão aumentando. Ou seja, com o apodrecimento da maçã está aumentando a desagregação, a entropia positiva, logo está aumentando a velocidade de vibração com a alteração sistemática da maçã. Então se explica o porquê que na régua de Bovis os valores estavam diminuindo. Isso estava significando que o nosso organismo estava captando velocidades maiores, através de vibrações maiores emitidos pelo aumento da frequência, como consequência da diminuição dos centímetros na régua de Bovis.

Repetindo: quando os valores na régua diminuem aumenta a velocidade vibracional, pois são a mesma coisa, um é a onda (comprimento de onda) e o outro (a frequência) que mostra quantas vezes que a onda se movimenta, ou seja o comprimento da onda é o inverso da frequência. Ok!?

Fantástico! O nosso organismo demonstra ser um instrumento de medição de campos eletromagnéticos e suas variações.

Vocês perceberam a importância crucial da interpretação de Simoneton sobre as observações empíricas de Bovis.  Agora sim, podemos avançar na interpretação da realidade e avançar no entendimento da importância da radiestesia como instrumento de medição, no caso, aplicada à biologia: a desintegração da maçã, desde o seu estado de saúde até o seu total apodrecimento!

Façam essa experiência, com várias frutas. Anotem em uma caderneta de campo as suas medidas. Primeiro com a régua, de forma livre e depois com a régua de Bovis. Compare os resultados. Pratique, mesmo que você tenha vinte anos de radiestesia, pois são as formas de quebrar valores pré-estabelecidos.

As pessoas dizem: Como!? Eu tenho vinte anos de radiestesia e você quer que eu faça essas experiências óbvias, infantis! Já sei tudo sobre a régua Bovis! #$%@&* etc...

 Bem, vocês vão ver que nós não vamos trabalhar só com a régua de Bovis, vamos utilizar gráficos cada vez mais sofisticados, assim poderemos dar diagnósticos das anomalias captadas dos locais e dos seres vivos. Brevemente iremos mostrando esses gráficos que se somam para diminuir as possibilidades de erros.

Veja a régua de medição abaixo. Vamos analisá-la e como utilizá-la como instrumento de medição radiestésica.



regua 1

Régua Bovis e interpretação por M. A. Almeida (Mahat)

Figura 1 – A régua de Bovis. Veja: que à medida que o comprimento de onda vai diminuindo vai aumentando a potência das anomalias microvibratórias. Quando você chega na faixa de 1.000Ä começa a ficar perigoso, as emissões radioativas eletromagnéticas.

A primeira linha de 10.000Ä, dividida de 1.000Ä em 1.000Ä.

Na segunda linha: 1.000Ä, dividida em 100Ä em 100Ä.

Na terceira linha: 100Ä, dividida em 10Ä em 10Ä.

Na quarta linha: 10Ä, dividida em 1Ä em 1Ä.

E a quinta linha em centímetros.

 

Como utilizá-la: se a medida verificada for menor que 1.000Ä utilize a segunda linha.

Se a medida verificada na segunda linha for menor que 100Ä, utilize a terceira linha.

Por exemplo: se o local contiver gás radônio, a velocidade da radiação é imensa, chegando a ter 60Ä ou menos, ou seja, a velocidade é de bilhões e bilhões de ciclos por segundo de frequência. Nesse caso utilize a terceira coluna. Se for menor ainda, vá para a quarta coluna.

Entenderam?

Para isso é necessário conhecer as microvibrações de cada tipo de vibração. É necessário ir aos locais que tem essas vibrações e criar gráficos auxiliares.

Estamos começando a complicar!

regua 2

 

Marcos Alves de Almeida

Figura 2 – Vocês verificaram que na régua Bovis, a cada três centímetros foi indicada uma correspondência de 1.000Ä, representando comprimentos de ondas. No entanto, toda essa régua, de trinta centímetros, ou de cada três centímetros 1.000Ä, num total de 10.000Ä de comprimento de ondas, corresponde a um ponto minúsculo na realidade, ou seja, a décima milionésima parte de um milímetro. Dá para entender? Quando a utilizamos estamos captando ondas microvibratórias invisíveis. Ok???!!!

Marcos Alves de Almeida



 

WEBDESIGN:  sandragober@uol.com.br
Copyright © 2008 - Todos os direitos reservados - All rights reserved